04/05/2010

Barra de ferramentas Standard

A barra de ferramentas Standard é mostrada por defeito quando o Sound Forge é iniciado, contém, os botões das aplicações mais utilizada.

New (Ctrl+Shift) – a opção New abre uma nova janela (vazia) para gravação e edição;

Open… (Ctrl+O; Ctrl+Alt+F2) – este comando é utilizado para abrir um novo ficheiro, do disco rígido ou de outro dispositivo de armazenamento como: Pen Drive, Zip drive, DVD-ROM, etc;

Save (Ctrl+S; Alt+Shift+F2) – este botão permite gravar no disco o áudio da janela activa.

Save As… (Alt+F2) – permite ao utilizador escolher o nome, destino e formato no qual deseja guardar o ficheiro de áudio;

Render As… (Alt+F3) – faz o render do projecto actual em ficheiro de média;

Publish… – abre o assistente de publicação de forma a publicar os ficheiros na Web;

Cut (Ctrl+X) – este comando remove (“corta”) a selecção do áudio, e coloca-o no clipboard. Só actua se houver uma parte de áudio seleccionada, e o conteúdo do clipboard é substituído após a sua colagem (“opção colar”) ou substituído por um novo Cut;

Copy (Ctrl+Insert; Ctrl+C) – esta opção copia para o clipboard a área de áudio seleccionada;

Paste (Shift+Insert; Ctrl+V) – esta opção copia do clipboard para o ponto onde se encontrar o cursor da janela activa. Se houver uma nova área seleccionada o comando efectua a troca no respectivo espaço escolhido;

Paste Mix… (Ctrl+M) – insere uma cópia do clipboard no ponto em que estiver o cursor, “mixando” (misturando) com o conteúdo original do ficheiro;

Play From Clipboard – reproduz o áudio que está no clipboard;

Trim/Crop (Ctrl+T) – remove todos os dados do ficheiro do áudio, excepto a área seleccionada. Este comando não terá efeito se não houver partes seleccionadas e não grava os dados para o clipboard;

Undo (Alt+Back; Ctrl+Z) – desfaz a última operação realizada;

Redo (Ctrl+Shift+Z) – refaz a última operação praticada;

Repeat (Ctrl+Y; F4) – repete a última operação ou comando executado;

Editing Tool (Ctrl+D) – ferramenta utilizada para marcar trechos. Uma vez seleccionada esta ferramenta, basta clicar e arrastar o rato sobre o áudio até ao que deseja marcar;

Magnify Tool – botão usado para ampliar ou reduzir as ondas do áudio. Para ampliar clique e arraste o rato sobre o trecho da janela, que será ampliado. Para reduzir, clique duas vezes sobre o áudio;

Pencil Tool – esta ferramenta é utilizada para desenhar manualmente o sinal de áudio. Esta opção só é permitida depois de efectuar um ou mais zooms;

Envelope Tool – selecciona a ferramenta de envelope.

26/04/2010

Painel Principal

Ao abrir o Sound Forge, o painel principal é apresentado, onde poderão ser visualizadas várias componentes, entre as quais:

Barra de Menus – apresenta o menu de todas as funções disponíveis;

Barra de Ferramentas Standard
– proporciona rápido acesso às tarefas mais comuns da aplicação;

Barra Transport
– faculta o acesso às funções de reprodução;

Channel Meters
– apresenta as informações de processamento do sample rate, bit-depht, e configurações dos canais, sendo o canal esquerdo e direito apresentados pela barra esquerda e direita, respectivamente;

Workspace
– área esta que será o ambiente de trabalho onde janelas como Regions List e Playlist podem ser fixadas ao longo da sua área;

Barra de Status
– é onde são representados os níveis de saída do sinal do áudio, bem como medidores que podem ser ligados/desligados quando a opção Play Meters do Menu View é seleccionada.


20/02/2010

Vídeo



Os textos e as imagens paradas são, por vezes, insuficientes para ilustrar acções complexas, por isso, a criação de um vídeo inicial para o CD interactivo, tem como base a ilustração do áudio digital.

28/01/2010

Layout

A maneira como uma obra multimédia apresenta a informação e nos permite interagir com ela, chama-se interface. A interface deve fornecer um modo de escolher entre as opções apresentadas; tal é conseguido através da utilização daquilo que se denomina por hipermedia.

18/12/2009

CD-ROM

O software multimédia surge em meados da década de 80, sob a forma de CD-ROM, vindo de um CD de música, fabricado pela Sony e Philips, que armazenavam uma corrente de código electrónico que representavam as ondas sonoras.

A importância da invenção do CD-ROM, com a sua capacidade duradoura de armazenar grandes quantidades de informação multimédia (texto, imagens, vídeo, animação, som, etc.) era comparada à invenção do papel e da fotografia.

Na realidade, o CD-ROM tem-se mostrado um suporte de produtos multimédia a tal ponto eficaz que, hoje, nenhum computador pode ser considerado verdadeiramente completo sem um leitor do mesmo.

06/12/2009

Multimédia

A multimédia é criada através da incorporação de diferentes elementos média num só, isto é, consegue englobar texto, imagem, vídeo, efeitos sonoros, animações. Mas a parte mais importante da experiência multimédia é a interactividade; não apenas o acesso à informação disponível, mas também a possibilidade de navegar através dela.

O termo multimédia refere-se a tecnologias com suporte digital para criar, manipular, armazenar e pesquisar conteúdos. Os conteúdos multimédia estão associados normalmente a um computador pessoal que inclui suportes para grandes volumes de dados, os discos ópticos como os CDs e DVDs.

No mundo dos negócios, as empresas estão a utilizar a multimédia para montar quiosques de informação para os clientes; em casa, novos e velhos utilizam software multimédia fornecido em CD-ROM, como fonte de entretenimento e conhecimento.

20/11/2009

Microfones

Os microfones são um dispositivo que converte vibrações: na água, ar ou num material sólido, numa forma de onda eléctrica. Na maioria dos microfones as ondas sonoras são convertidas em vibrações mecânicas através de um diafragma e que as converte para sinal eléctrico.

Hoje em dia, é, sem dúvida, uma das principais peças de um estúdio; mas escolher um microfone não é uma tarefa fácil, pois para além de características técnicas, há uma enorme variedade de fabricantes e modelos, como também preço.

Os microfones para gravação dividem-se em dois grupos principais:

Microfone dinâmico – em geral possui pouca sensibilidade, mas é fácil de usar, pois não requer alimentação eléctrica, sendo, por isso, preferido para uso ao vivo (exemplos: Shure SM57, Shure SM58, AKG D880, AKG D3700, Samson Q2, etc.);

Microfone capacitivo – contém alta sensibilidade e menor saturação do sinal, é necessária alimentação eléctrica ou através de bateria (exemplos: Shure PG81, AKG C1000S, AKG C3000B, Samson Q1, etc.).

Quanto à forma de captação, os microfones podem ser omnidireccionais e direccionais:

Microfones omnidireccionais – captam o som vindo de todas as direcções (são geralmente usados por locutores de rádio);

Microfones direccionais – podem capturar o som com mais intensidade de um certo lado ou perspectiva (são vulgarmente habituais em aplicações ao vivo, onde se pretenda captar apenas a voz do cantor).

Actualmente, são diversos os dispositivos que usam microfones, tais como: telemóveis, gravadores, aparelhos auditivos e nas transmissões de rádio e televisão. São também utilizados em computadores, juntamente com diversos tipos de software, por exemplo, para conversas online, gravação de mensagens, jogos online, entre outros.

15/11/2009

Sample-rate e Bit-deph

Sample rate é a taxa de amostragem, ou seja, é a quantidade de vezes que a placa de som captura o sinal por segundo. Uma taxa de amostragem, por exemplo de 8.000 Hz estará a capturar informação de 8.000 vezes por segundo. No Sound Forge o sample rate vai de 8.000 até 192.000, mas a taxa mais utilizada é 44.100 Hz, que é a mais utilizada na produção final de CD’s.

Bit-depth significa a resolução com que será armazenada cada informação capturada. Quanto maior o espaço “reservado” para guardar essa informação, maior será o seu detalhe. O Sound Forge permite guardar informações de 8 bits até 64 bits, sendo vulgarmente utilizada uma amostragem de 16 bits. Relembrar que quanto maior o bit-depth mais perfeita será a captura de informação, contudo o seu tamanho também será superior.

06/11/2009

Canais de Áudio

Áudio multi-canal é a gravação e reprodução do áudio em múltiplos canais, isto é, fontes de som independentes entre si. Ao contrário da estereofónica tradicional, o áudio multi-canal usa mais do que dois canais simultaneamente. O objectivo deste tipo de reprodução é geralmente encontrado em cinemas e home theaters.

Na versão 9 o Sound Forge, permite a criação máxima de trinta e dois canais, contudo encontramos seis canais predefinidos:

Mono (1) – o som só possui um canal, ao ser reproduzido não produz nenhum efeito de profundidade, mesmo que seja ligado a várias caixas de som simultaneamente;

Stereo (2) – é composta por dois canais independentes, esta reprodução sonora é baseada no facto de termos dois ouvidos. Por exemplo, num som stereo em que a voz do cantor é captada por um microfone e os instrumentos por outro, e, assim, a quando da sua propagação, iremos ter a sensação da voz a surgir de um lado e os instrumentos do outro;

2.1 (3) – com a particularidade de incorporar três canais, contudo um seguimento do stereo, somando o canal mono juntamente com o canal stereo;

Qual (4) – designado por Quadrifonia, utiliza quatro canais de áudio, dois dianteiros e dois posteriores. A Quadrifonia veio melhorar a sensação de música ao vivo.

5.1 Surround (6) – contém até seis canais sonoros, normalmente cinco canais correspondentes a cada uma das colunas e um canal para efeitos sonoros;

7.1 Surround (8) – recentemente foi criado para melhorar a sensação sonora em salas de grandes dimensões, com a utilização de quatro canais traseiros.

O 5.1 e o 7.1 surround são os padrões mais populares na indústria de filmes. A notação seis ou oito canais de média-alta frequência (médios e agudos) para caixas de som frontais, central, laterais e posteriores.

Hoje, o mercado é dominado por três formatos de som digital:

Dolby Digital - o sistema permite a reprodução de seis canais de som digital: esquerda, direita, central, surround esquerdo, surround direito e subwoofer. Este último canal tem uma amplitude de frequências limitada, e é por isso que se costuma dizer que o sistema possui 5.1 canais;

DTT – este sistema de seis canais de som surround digital pode também ser adaptado a outros processadores já existentes;

SDDS – com a possibilidade de reprodução de oito canais de som digital, mas assegurando compatibilidade com a generalidade dos sistemas, mesmo que utilizem quatro ou seis canais.

29/10/2009

Som e Áudio Digital

O som é uma propagação mecânica ou onda longitudinal; propaga-se apenas em meios materiais que têm massa e elasticidade, como os sólidos, líquidos ou gasosos, ou seja, não se propaga no vácuo. A música constitui-se por uma sucessão de sons organizada ao longo do tempo.

O avançar da tecnologia, e principalmente da electrónica, permitiu o desenvolvimento de armazenamento de áudio e aparelhos de som para gravação e reprodução de áudio, como exemplo: o leitor de MP3, o CD, o Disco de Vinil, Cassete, etc.

O áudio digital ou som digital é a codificação digital de um sinal eléctrico que representa uma onda sonora. A gravação de som digital utiliza formatos digitais que são armazenados por um computador na forma de códigos binários (0 ou 1) neste formato é possível com os softwares apropriados armazenar e editar o áudio.

As vantagens do áudio digital face ao analógico são muitas, este pode ser manipulado com maior facilidade, pode ser armazenado em suportes de acesso fácil (considerando que o áudio analógico é geralmente armazenado em fita magnética), poderá ser duplicado sem perda de qualidade. E uma das suas principais vantagens é a integração em aplicações multimédia tais como: filmes, CDs interactivos, enciclopédias multimédia, obras educativas, jogos, etc.

25/10/2009

Formatos de Áudio e Vídeo no Sound Forge

Sound Forge pode importar e exportar o áudio e o vídeo numa grande variedade de formatos, incluindo os mais usados para compressão:
  • MP3Audio (MP3);
  • Wave da Microsoft (WAV);
  • MainConcept AVC/AAC (MP4);
  • Entre muitos outros; onde o usuário pode escolher o nível de qualidade, de acordo com a taxa de transferência desejada.
Em relação ao vídeo, encontramos recursos para gravação, edição e processamentos do áudio; o software pode abrir ficheiros de vídeo digital nos formatos mais habituais como:
  • Video for Windows (AVI);
  • Windows Media Video V9 (WMV);
  • QuickTime 7 (MOV);
  • Permite, ainda, trabalhar com um monitor de vídeo externo.

10/10/2009

Outros Programas de Edição de Áudio

Na mesma categoria do Sony Sound Forge, podemos encontrar diversos programas de edição de som, tais como: Audioblast e o Wavosaur que, embora apenas compatíveis com o sistema operativo Windows, têm a vantagem de serem software livre; relativamente ao Cool Edit Pro e Sonar Producer Edition são dois programas também somente disponíveis para Windows, sendo estes de software proprietário.

Programas para Criação de Áudio

Hoje em dia, é cada vez maior a procura de programas para produção de músicas, tanto da parte de jovens e conceituados produtores ou até por simples curiosos que gostariam de mexer e explorar tais programas. Todavia, para criação de música são necessários “os aliados” editores de áudio, como o Sound Forge, na pós-produção.

Os melhores programas para criação de áudio são software proprietário como: Fruity Loops e o Reason, os mais utilizados pelos profissionais; o HighC é um programa de software livre que traz um sistema de composição intuitivo que permite ao usurário desenhar as suas próprias ondas, definindo exactamente cada nota e suas respectivas durações.

20/09/2009

Direitos de Autor (copyright)

Apoiar a criatividade é proteger o direito de autor. Os direitos de autor têm sido protegidos há muito, mas as razões permanecem mais importantes que nunca, é um estímulo para a criação artística, uma base para negócios de música e um meio que permite às pessoas que possuem um dom para escrever, produzir ou cantar, ter uma vida própria fazendo o que gostam.

Não se pode copiar software de computador para computador, utilizar uma música, vídeo, ou até uma simples fotografia num anúncio ou em qualquer actividade pública, a não ser que se tenha pago os seus direitos, e certificar-se da sua autorização para a divulgação daquela forma.

Se a cópia persistir sem respeito pelas pessoas cujas ideias, talento e habilidades levam à criação da música, filmes, fotografia, etc., poderão ficar impossibilitadas de continuar a criar e, nesse caso, todos ficaremos a perder.

05/09/2009

Livro

No primeiro capitulo, Introdução e Conceitos, engloba uma breve introdução ao Sony Sound Forge, divulgação dos requisitos mínimos para utilização do software, vantagens e desvantagens do Sound Forge, finalidades, ultima versão do software, formatos de áudio e vídeos, programas de edição de áudio, abordagem aos direitos de autor (copyright), programas para criação de áudio, som, formatos de áudio, ondas sonoras, áudio digital, intensidade sonora, timbre, sample rate e bit-dep, captadores de som e microfones.

O segundo capítulo, Utilização do Sound Forge, englobou os passos iniciais para a utilização do programa, no qual se refere a instalação do software, direitos e uso apropriado do software, usando a ajuda online no Sound Forge, teclas de atalho, painel principal, inserção da barra de ícones, introdução as barra de ferramentas standard, transport, process e effect, crash revover, abrir ficheiro de áudio, maus exemplos de áudio, como reproduzir um áudio, seleccionar um área de áudio, aplicação de zoom, mark in e mak out, seleccionar através do tempo, alteração das características do áudio, copiar, colar e cortas partes de um áudio, execução de um crop, eliminar partes de um áudio, desfazer e refazer, configurar placa de som e, por fim, guardar projecto.

No último capítulo do manual, inseriram-se alguns tutoriais dentro dos quais: gravação de um som, realizar reparações de áudio, extrair músicas de um CD, ficheiros de vídeo, alterar volume de um som, fade in e fade out, overwrite, replicate, misturar dois sons, inserir silêncio, executar um mute, normalize, inverter áudio, smooth e enhance, volume envelope, pan envelope, pan and expand, time stretch, criação de eco, distorção de um som, dynamics, pitch e reverb.

31/08/2009

Sound Forge

Na realização deste projecto, que tem como destaque a utilização do Sound Forge, programa este para edição de som, sendo dos mais usados pelos profissionais para edição de áudio; destacando-se pela sua capacidade. Permite gravar, editar, produzir loops, corrigir e limpar material de áudio, processar efeitos, gerar áudio para Internet, etc. Este programa é ideal para recuperação de vinil, uso em rádios e pequenas edições em estéreo, como extracção de áudios de CDs e gravação em áudio.

O software oferece ferramentas completas para cortar, colar e “mixar” o material de áudio. Tem recursos poderosos para a restauração de áudio, redução de ruídos, etc. É um dos softwares mais indicados para quem quer recuperar gravações antigas de discos de vinil e de fita magnética.

A partir da versão 7.0 tornou-se Sony Sound Forge, em razão da compra de seus direitos pela poderosa Sony. Actualmente, está no mercado a versão 9.0 (desde 2007) e é uma ferramenta essencial para todos os editores e produtores de áudio.

É considerado com sendo umas das melhores ferramentas de edição de áudio no mercado, tendo como vantagens uma variada quantidade de ferramentas de adição, e facilidade no uso. Este incorpora diversos recursos interessantes para vários tipos de aplicação dentro do áudio e vídeo.

Dentro das desvantagens, podemos ter em conta não ser software livre, isto é, o Sound Forge é um software proprietário que cuja cópia, redistribuição ou modificação são proibidos; neste caso, será necessário para a sua utilização uma licença de compra. Outras das suas desvantagens é a utilização só no sistema operativo Windows.

O Sound Forge é um software presente em grande parte dos estúdios de gravação e edição por parte dos produtores profissionais, mas também a nível amador. Porém, não deixa de estar presente para a masterização e restauração do áudio nas emissoras de rádio e televisão, nos laboratórios de acústica, perícia judicial e até de zoologia.